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imageFIREXPO REÚNE PÚBLICO QUALIFICADO E MOSTRA QUE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO ATRAI CADA VEZ MAIS INTERESSADOS

No período de 26 a 28 de abril, aconteceu a primeira edição da Firexpo - Feira Latino-Americana de Proteção Contra Incêndios, evento coligado à ExpoWork - Feira Latino-Americana do Trabalho Seguro, no pavilhão de exposições do Anhembi, tradicional templo de feiras e congressos profissionais de São Paulo.


O evento, que encantou visitantes e expositores, recebeu mais de 4.000 credenciados qualificados, entre profissionais dos setores de prevenção e combate a incêndios, e de segurança e saúde no trabalho, advindos das mais variadas cidades brasileiras. Nos três dias, movimentou mais de R$ 5 milhões, com a geração de negócios e a prospecção de outros R$ 49 milhões para os próximos seis meses.

 

Na abertura oficial, estiveram presentes os representantes de várias entidades, que militam em ambos os setores e deram as boas-vindas ao acontecimento, que promete ingressar no calendário de feiras da capital paulista e da América Latina.

 

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COBRAPI REÚNE ESPECIALISTAS E AUTORIDADES DA PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS

O Congresso Brasileiro de Proteção contra Incêndios, o COBRAPI, aconteceu dentro da II LASEC - Latin American Security Expo, no Centro de Convenções Frei Caneca, na capital paulista, em 27 e 28 de outubro.


O evento se deu sob a coordenação de Aleksander Grievs, engenheiro eletricista, consultor sênior em segurança empresarial, especialista em proteção contra incêndio, presidente da Associação Brasileira de  para Prevenção de Incêndios (ABPI), sócio-fundador e diretor da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (ABSEG), além de membro da NFPA e do CB-24 da ABNT.

 

 

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imageBOMBEIROS DO RIO GRANDE DO SUL DEIXAM DE RECEBER ENCAMINHAMENTOS DE PPCI

O Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul deixará de receber novos encaminhamentos de Proteção contra Incêndio (PPCI), além de Planos Simplificados de Prevenção de Incêndio (PSPCI) e Certificados de Licenciamento do Corpo de Bombeiros (CLCB). A justificativa é que a partir de agora vigora a alteração da Lei Complementar 14.376, conhecida como Lei Kiss. Os bombeiros argumentam que não foi publicado o decreto que regulamentará as adequações previstas no texto.


A Lei Kiss foi elaborada para dar mais rigidez à fiscalização de casas noturnas após a tragédia que matou 242 pessoas em 2013 em Santa Maria, na Região Central do estado. As alterações foram aprovadas em agosto pela Assembleia Legislativa, após passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da casa, e sancionadas em setembro pelo governador José Ivo Sartori.


O projeto para mudar o texto é de autoria do Executivo, e foi elaborado após o governo ouvir reivindicações de entidades que representam empresários e produtores, que defendem uma flexibilização nas regras de prevenção a incêndios.


O objetivo, segundo a justificativa elaborada pelo Piratini, é agilizar a liberação de alvarás do Plano de Proteção Contra Incêndios (PPCI) para casos de baixo e médio risco, sem prever alterações relacionadas a construções consideradas de alto risco. Não há alterações para as edificações de risco alto.

 

Principais mudanças da Lei Kiss
Não será mais necessário Alvará de Prevenção e Proteção contra Incêndio (APPCI) para propriedades rurais, exceto silos e armazéns, e para empreendedores que usem sua residência sem atendimento ao público ou estoque de materiais, facilitando o início de atividades de empreendedores rurais e urbanos.


O novo texto cria o Certificado de Licenciamento, que é uma terceira possibilidade de obtenção do licenciamento junto ao Corpo de Bombeiros. Com o documento (que é eletrônico e sem necessidade de renovação), o empreendedor comunica aos bombeiros que seu imóvel se enquadra nas novas regras: deve ter até 200m², até dois pavimentos e grau de risco de incêndio baixo ou médio. Esses empreendimentos não precisam mais passar pela análise e vistoria do Corpo de Bombeiros, mas seguem sujeitos a suas rotinas de fiscalização.


A regra não vale para teatros, cinemas, óperas, auditórios de estúdios de rádio e televisão, auditórios em geral, boates, casas de show, casas noturnas e salões de bailes e restaurantes dançantes. Além disso, ficam alterados os prazos de validade do Alvará de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (APPCI). Inicialmente o documento tinha validade de um a três anos. Agora passa a ser de dois a cinco anos, de acordo com a classificação de ocupação e uso da construção.


As inspeções para locais de reuniões de público, como auditórios, casas noturnas, entre outros - todos de risco de incêndio médio e alto - deixam de ser anuais e passam a ser feitas a cada dois anos. Já nos demais locais serão feitas a cada cinco anos.

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